Blog

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit sed do eiusmod tempor aboreet dolore magna aliqua.

27 set

No Dia Nacional da Doação de Órgãos, Assetba finaliza campanha com avaliação positiva

“As pessoas não têm essa consciência de doar os órgãos de seus familiares falecidos. E é muita aflição para quem está à espera de um órgão. É muito doloroso!” Esse é o depoimento de Lucicleide Ferreira, que daqui a dois dias comemora seus 51 anos e sair da lista de espera por um transplante de rins seria seu melhor presente.

Atualmente, outros 32 mil brasileiros também estão na mesma situação que Lucicleide, mas a luta dela não começou agora. Descobriu os problemas renais em 1997. “Eu comecei a sentir os problemas renais quando engravidei da minha quarta gestação e foi aí que os problemas que eram silenciosos, aceleram bastante. Aos 31 anos, eu perdi os meus dois rins”, conta a vendedora autônoma. O problema foi solucionado através da doação de um rim feita por sua irmã mais velha.

Porém, há 13 anos, voltou para a hemodiálise. Em 2013, quando os rins pararam novamente de funcionar, Lucicleide voltou a precisar de um transplante e está na fila de espera pelo órgão. Para que a vida dessa baiana volte a sua normalidade, é preciso que as famílias autorizem doar os órgãos de seus entes falecidos. Foi pensando nisso que a Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça da Bahia promoveu com uma campanha de conscientização, durante este mês de setembro.

Iniciada no início do mês com afixação de cartazes na sede do TJBA e com divulgação de informações sobre a doação de órgãos no Estado, a campanha chega ao fim hoje (27), no Dia Nacional da Doação de Órgãos. O presidente da Assetba, Antonio Diamantino, analis

 

Para Lucicleide, iniciativas como a da Assetba ajudam a sociedade. “Campanhas como essa são muito importantes para que as pessoas se conscientizem e que as pessoas que querem doar, falem com suas famílias. Elas precisam esclarecer para seus familiares que são doadores e sua vontade precisa ser respeitada”, afirma. Na análise de Antonio Diamantino, a campanha pode render mais frutos. “Devemos ficar atentos à realização de outras campanhas. Salvador, por exemplo, é uma cidade que tem um calendário de festas muito intenso, principalmente no final de ano. Há grande procura de sangue, mas o estoque anda sempre no limite. Quem sabe pode ser tema de uma próxima campanha. Tudo isso ajuda a salvar vidas”, finaliza o presidente da Assetba.

 

 

Cancel